A informação foi veiculada por colaboradores da smart sediados na China e na sequência de imagens publicadas nas redes sociais, em que se vêm veículos de teste envergando sistemas de propulsão que denunciam a utilização de motores de combustão.
Em declarações à britânica Autocar, o porta-voz das operações europeias da marca que, hoje em dia, é propriedade, em parte iguais, da chinesa Geely e da alemã Mercedes, assumiu que a smart vê “a mobilidade individual alimentada por motores de combustão e, em particular, por sistemas de propulsão híbridos, como uma tecnologia de transição para a condução puramente elétrica.”